Acusação pede ao menos 35 anos de prisão para cada um dos réus, Jairinho e Monique Medeiros
Segunda, 23 de Março de 2026
Márcia Pinheiro
Imagem: Reprodução / Redes Sociais
Começaria nesta segunda-feira (23), no 2º Tribunal do Júri do Rio, no Centro, julgamento do caso Henry Borel, morto há cinco anos com sinais de agressão em um apartamento na Barra da Tijuca, Zona Sudoeste da capital fluminense. No entanto, a defesa de Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, abandonou o júri, levando ao adiamento da sessão, ainda sem nova data definida. Já Monique Medeiros teve a prisão revogada por excesso de prazo e será solta.
São réus o padrasto, Jairinho, e a mãe, Monique Medeiros. A acusação pede ao menos 35 anos de prisão para cada um, enquanto as defesas alegam morte acidental e contestam os laudos.
A previsão é de que o julgamento dure pelo menos 10 dias, com depoimentos de 26 testemunhas, além dos interrogatórios dos réus e debates entre acusação e defesa.
A sessão é presidida pela juíza Elizabeth Machado Louro. Os dois estão presos desde abril de 2021. Monique chegou a ser solta em 2022, mas voltou à prisão em 2023 por decisão do STF.
*Matéria atualizada às 12h para inclusão da informação sobre o adiamento do julgamento
