Luis de la Fuente fez declaração antes da classificação à final da Copa do Mundo
Quarta, 15 de Julho de 2026
Márcia Pinheiro
Imagem: Reprodução / Redes Sociais
O técnico da seleção da Espanha, Luis de la Fuente, voltou a testemunhar publicamente sua fé cristã ao falar sobre sua vida de oração antes da semifinal da Copa do Mundo FIFA 2026 contra a França, disputada nesta terça-feira (14).
Em entrevista coletiva, o treinador afirmou que sua oração não está condicionada aos resultados no futebol, mas faz parte de sua rotina diária de comunhão com Deus.
"Oro todos os dias, mas não porque estou em uma Copa do Mundo ou tentando obter um resultado", afirmou.
De la Fuente explicou que, antes de fazer pedidos, procura agradecer a Deus pelo dom da vida e pelas pequenas bênçãos do cotidiano.
Agradeço todos os dias. Acordo feliz por ter mais um dia para aproveitar a vida. Sou grato por essas pequenas coisas."
Segundo o treinador, ele também evita pedir vantagem sobre os adversários.
Seria injusto pedir que Deus me ajudasse e não ajudasse o adversário."
Em vez disso, suas orações são voltadas principalmente pela saúde e pela força para continuar enfrentando os desafios.
"Peço saúde e condições para continuar lutando. Com saúde, consigo enfrentar qualquer batalha."
Conhecido por falar abertamente sobre sua fé, De la Fuente já contou em outras ocasiões que, embora tenha recebido uma educação religiosa na infância, foi na vida adulta que decidiu seguir a Deus de forma consciente.
Vitória leva Espanha à final
Poucas horas após a entrevista, a Espanha venceu a França por 2 a 0 e garantiu vaga na final da Copa do Mundo, encerrando o sonho francês e ampliando para 37 jogos sua sequência de invencibilidade.
Sob o comando de Luis de la Fuente, a seleção espanhola vive uma das fases mais vitoriosas de sua história recente. Desde que assumiu a equipe principal, em 2022, o treinador conquistou a Liga das Nações de 2023, a Eurocopa de 2024 e agora está a uma vitória de conquistar o título mundial.
As declarações do técnico chamaram atenção por reforçarem uma prática frequentemente destacada nas Escrituras: cultivar um coração grato e uma vida constante de oração, independentemente das circunstâncias ou dos resultados.
